META
16
Secretaria Municipal de Educação
Alcançar 95% dos alunos alfabetizados ao final do segundo ano do Ensino Fundamental (EF)

Prog. de Governo

Número ODS

Execução da Meta



Valor Base 2017 2018 2019 2020 - Projeção para
1° Sem 2° Sem 1° Sem 2° Sem 1° Sem 2° Sem 1° Sem 2° Sem - 2017-2018 2019-2020
Evolução do Indicador 76.83 - 85.0 95.0

Status da Meta: Em andamento

Último dado disponível: outubro/2017
Última atualização: julho/2018

  • Ficha TécnicaVer detalhes

    Ponto de partida

    Período base
    2017

    Projeção da meta

    2017-2018
    85%

    2019-2020
    95%

    Informações do indicador

    Descrição do indicador
    Percentual de alunos da rede municipal alfabetizados ao final do segundo ano do EF.

    Fórmula de cálculo
    Número de alunos alfabetizados ao final do segundo ano do EF (municipal) / Total de alunos matriculados no segundo ano do EF (municipal)

    Notas técnicas

    Com objetivo de monitorar o cumprimento da Meta 16 serão considerados alunos alfabetizados aqueles que encontrarem no nível 5 de Língua Portuguesa e Matemática, na Provinha São Paulo, ao final do 2º ano do Ensino Fundamental.”

    Unidade de medida
    %

    Frequência
    Anual

    Fonte
    Secretaria Municipal de Educação – Centro de Informações Educacionais e Coordenadoria Pedagógica

Informações Adicionais
julho/2018

A alfabetização dos estudantes até o 2º ano do ensino fundamental, em consonância com o Currículo da Cidade e com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), é avaliada por meio da sondagem de leitura e escrita realizada pelos professores do Ciclo de Alfabetização e pela Provinha São Paulo, aplicada anualmente.

A primeira aplicação da Provinha São Paulo, ocorrida em 2017, mostrou que 76,8% dos estudantes do 2º ano poderiam ser considerados alfabetizados. Por não haver provas anteriores que pudessem estabelecer um histórico de desempenho, os resultados de 2017 passaram a ser a referência inicial para se atingir a meta estabelecida, a partir da qual a Secretaria Municipal de Educação buscará alcançar esse objetivo até 2020.

Desde o segundo semestre de 2017, a formação específica de professores alfabetizadores tem ocorrido sobretudo por meio das ações do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), que já contaram com mais de 4 mil profissionais formados. A formação dos professores de recuperação paralela também continuou sendo realizada, tanto diretamente pela SME quanto pelas Diretorias Regionais de Educação. Ao mesmo tempo, iniciou-se a formação de professores multiplicadores de todas as unidades educacionais para a implementação curricular.

No 1º semestre de 2018, também foi ampliada a cobertura do apoio de estagiários aos professores do 1º ano do ensino fundamental. Em maio, 95,8% das turmas contavam com o apoio de um estagiário, em comparação a 80,8% no mesmo período em 2017.

Mais detalhes sobre as ações voltadas ao alcance dessa meta podem ser vistos especialmente no Projeto Estratégico 20 - Alfabetização.

janeiro/2018

A primeira aplicação da Provinha São Paulo, ocorrida em 2017, mostrou que 76,8% dos estudantes do 2º ano poderiam ser considerados alfabetizados. Por não haver provas anteriores que pudessem estabelecer um histórico de desempenho, os resultados de 2017 passaram a ser a referência inicial para se atingir a meta estabelecida, a partir da qual a Secretaria Municipal de Educação buscará alcançar esse objetivo até 2020.

O Currículo da Cidade, lançado em dezembro de 2017, prevê que todos os alunos estejam alfabetizados ao final do segundo ano do Ensino Fundamental. Para alcançar esse objetivo, o projeto estratégico Alfabetização está em andamento, com a formação dos professores do Ciclo de Alfabetização e recuperação paralela, contratação de estagiários para todas as turmas do primeiro ano do Ensino Fundamental e o monitoramento do processo de alfabetização, por meio da Provinha São Paulo e da realização da sondagem das hipóteses de escrita e de leitura. De forma complementar a esses esforços, no âmbito do projeto Apoio Pedagógico foram implementadas ações de formação aos professores de recuperação paralela e às equipes pedagógicas das Diretorias Regionais de Educação. Ao mesmo tempo, foram ofertadas formações para a melhoria do atendimento aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, bem como para aqueles em contextos de vulnerabilidade, violações de direitos e/ou questões relacionadas a saúde mental.

Importante: Este texto foi alterado em julho de 2018 em virtude da disponibilização de dados relativos ao 2º semestre de 2017 no período .