META
1
Saúde
Aumentar a cobertura da atenção primária à saúde para 70% na cidade de São Paulo.

Valor base
61,3%

Período base
2016

PROJETOS ASSOCIADOS
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  • Resultados esperados
    Ampliar a cobertura da Atenção Primária à Saúde em todas as suas ações.

    Justificativa
    Em 2016, a Cobertura potencial da atenção básica era de 61,3% no município de São Paulo. Em dezembro de 2016, o número total de equipes, a partir dos dados cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos da Saúde (CNES) e informados pelo Caderno da Atenção Básica (CAB), era de 2.460, conforme parâmetro do Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS) , sendo que, entre estas, 1.326 são as equipes de Estratégia de Saúde da Família. Sendo que a cobertura potencial da atenção básica varia de 23,1% na Prefeitura Regional de Santo Amaro até 100% de cobertura na Prefeitura Regional de M'Boi Mirim.

    Implantar novas equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) no município, considerando a expansão proporcional de toda a rede de apoio.

    Implantar novas equipes de Atenção Básica com médicos de clínicas básica (clínico geral, ginecologista e pediatra).

    Implantar novos Núcleos de Apoio à Estratégia da Família - NASF.

    Implantar novas equipes de Saúde Bucal (ESF odonto).

    Limitar a no máximo 3% a perda primária de consultas nas UBS (vagas disponíveis, mas não utilizadas).

    Promover a Educação Permanente de 25% dos profissionais da saúde para adesão a protocolos da Atenção Básica do Município de São Paulo.

    Garantir o abastecimento de todas as unidades com os insumos e os medicamentos necessários para o seu funcionamento, reduzindo o índice de desabastecimento para no máximo 15%.

    Promover ações intersetoriais para a promoção à saúde em todas as 32 Prefeituras Regionais por meio de intervenções voltadas para o controle de danos, de riscos e de causas.

    Entregar 6 novas unidades básicas de saúde - UBS.

    Readequar, reformar e/ou reequipar 30% das unidades básicas de saúde, garantindo melhorias na acessibilidade e segurança do paciente.

  • Resultados esperados
    Aumento da expectativa de vida saudável, com mais qualidade, por maior período de tempo, e possibilidade de uma vida mais ativa e participativa.

    Justificativa
    A prevenção das doenças crônicas não transmissíveis – DCNT é foco de preocupação nos países desenvolvidos e em desenvolvimento.; Aassociadas a altos índices de mortalidade, respondem por significativos impactos em termos de piora da qualidade de vida, produtividade e funcionalidade das pessoas. Caracterizam-se por apresentarem poucos sintomas e são marcadas por altos índices de “não seguimento periódico de cuidados com a saúde”. Geralmente associadas a hábitos de vida pouco saudáveis (tabagismo, inatividade física, alimentação não saudável, uso abusivo de álcool e obesidade), podem evoluir com complicações usualmente a partir dos 40 anos. O enfrentamento das doenças crônicas deve buscar o desenvolvimento de políticas públicas que fortaleçam as ações de promoção da saúde, assim como o cuidado às pessoas já diagnosticadas, impedindo ou retardando a instalação de complicações.

    Fortalecer as ações de rastreamento e implantar o monitoramento da abordagem mínima e básica do Programa do combate do Tabagismo nas unidades de saúde, garantindo-as em 100% das unidades.

    Aumentar para 95% o número de Unidade Básicas de Saúde (UBSs) que oferecem Práticas Integrativas e Complementares em Saúde para o combate da inatividade física.

    Ampliar o desenvolvimento de ações individuais e coletivas de promoção da alimentação adequada e saudável.

    Implantar na Atenção Básica o rastreamento dos fatores de risco para DCNT (dislipidemia, hipertensão arterial, diabetes tipo II, uso de álcool, obesidade).

    Elaborar e implantar, junto às Coordenadorias de Saúde, os Planos Regionais de Atenção Integral à Saúde do Homem.

    Fortalecer a capacidade de resposta da Atenção Básica no enfrentamento das DCNT por meio de ações de Educação Permanente junto as Coordenadorias de Saúde, com objetivo de elaborar os "Planos Regionais de Educação Permanente para o Enfrentamento das DCNT".

    Diminuir a mortalidade por insuficiência cardíaca descompensada nas unidades de emergência em 40%.

    Diminuir a mortalidade por acidente vascular encefálico (AVE) para 10% nas unidades de emergência.

    Diminuir a mortalidade por infarto agudo do miocárdio para 8% nas unidades de emergência

    Implantar 6 Centros Especializados de Reabilitação - CER.

    Revitalizar 25 Serviços de Reabilitação já existentes, garantindo melhorias na acessibilidade e segurança do paciente, de forma a habitá-los e/ou mantê-los como Centros Especializados de Reabilitação - CER.

    Ampliar em 15% o fornecimento de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção - OPM nos serviços de reabilitação.

  • Resultados esperados
    A Cidade de São Paulo contará com serviços de urgência e emergência mais integrados aos demais serviços de saúde, estimulando a promoção da assistência à saúde na sua integralidade. O atendimento estará pautado em “Linhas de Cuidado”, a partir da estrutura já implantada. A cobertura de atendimento estará em conformidade com as Portarias 2048/GM de 2002 e 1863/GM de 2003.

    Justificativa
    A Rede de Urgência da Cidade conta com pouca articulação entre o atendimento pré-hospitalar móvel, a rede pré-hospitalar fixa e os hospitais. A rede hospitalar não está habilitada nas linhas de cuidado da Rede de Urgência e Emergência (Acidente Vascular Cerebral, Infarto Agudo do Miocárdio e Trauma). A classificação de risco é heterogênea, quando existente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência - SAMU opera com quantidade de ambulâncias inferior ao habilitado por dificuldades em contratação de recursos humanos.

    Implantar o Programa "SAMU 192 - Cuidado Básico", ampliando para 75% o percentual de atendimento de demandas de baixa prioridade, conforme protocolo vigente.

    Implantar o Programa "SAMU 192 - Cuidado Prioritário", reduzindo o tempo médio de resposta de atendimento para 10 minutos de demandas de alta prioridade (Acidente Vascular Cerebral, Infarto Agudo do Miocárdio e Trauma), conforme protocolo vigente.

    Implantar o Programa "SAMU 192 - Saúde Mental", ampliando o número de atendimentos para 70%.

    Implantar o Programa "SAMU 192 - Vias Seguras", introduzindo 6 Veículos de Intervenção Rápida (VIR) em locais de maior ocorrência de acidentes, reduzindo o tempo médio de resposta de atendimento.

    Implantar 65 novas bases descentralizadas do SAMU 192, nas unidades identificadas, conforme nível de complexidade, atendendo as diretrizes da Portaria nº 2657 GM/MS.

    Garantir a operacionalização ininterrupta (24 horas por dia) das 122 viaturas de Suporte Básico de Vida habilitadas, 26 viaturas de Suporte Avançado, bem como dos 6 Veículos de Intervenção Rápida.

    Implantar interface com CET que permita comunicação bidirecional de ocorrências no trânsito.

    Habilitar as unidades hospitalares em conformidade com as linhas de cuidado prioritárias da Rede de Urgência e Emergência - RUE (Acidente Vascular Cerebral, Infarto Agudo do Miocárdio e Trauma).

    Padronizar e Implantar a classificação de risco em todas as unidades de acolhimento de urgência, de forma ininterrupta.

    Garantir a cobertura de plantões por profissionais de saúde nas unidades de acolhimento de urgências e emergências.

    Implantar 13 serviços de urgência e emergência, ampliando a rede de unidades disponíveis.

    Reformar e/ou Readequar as 34 unidades da rede de urgência e emergência levando em consideração critérios de acessibilidade e segurança do paciente (16 prontos-socorros e 18 Unidades de Assistência Médica Ambulatorial - AMA 24 horas) da Cidade de São Paulo